As forças dos EUA resgataram com sucesso ambos os tripulantes de um F-15E Strike Eagle abatido sobre o Irã na sexta-feira, anunciou o presidente Donald Trump no domingo, classificando a operação como uma das mais audaciosas missões de busca e resgate da história militar americana.

O segundo piloto, um oficial de sistemas de armas descrito como coronel, foi extraído de terreno montanhoso nas províncias sudoeste do Irã após evitar a captura por mais de dois dias. Trump havia adiado o anúncio do resgate do primeiro piloto para não comprometer a segunda operação.

Este bravo Guerreiro estava atrás das linhas inimigas nas montanhas traiçoeiras do Irã, sendo caçado por nossos inimigos, que se aproximavam cada vez mais a cada hora

Donald Trump, presidente dos EUA — Truth Social

O Irã contestou imediatamente a narrativa do resgate, alegando que suas forças destruíram várias aeronaves dos EUA durante a operação. O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica afirmou ter abatido um avião de transporte C-130 e dois helicópteros Black Hawk envolvidos na missão de resgate.

Os relatos conflitantes destacam a batalha de propaganda que acompanha o conflito mais amplo entre EUA-Israel e Irã, iniciado em 28 de fevereiro. Trump descreveu a operação como envolvendo dezenas de aeronaves com armamento avançado, enquanto autoridades iranianas caracterizaram o episódio como uma incursão americana fracassada.

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Meios de comunicação franceses retratam esta como uma operação militar dramática de resgate, ao mesmo tempo em que enfatizam a escalada regional mais ampla e as preocupações humanitárias. Eles apresentam as alegações tanto dos EUA quanto do Irã sem tomar partido, refletindo o tradicional equilíbrio diplomático da França em conflitos no Oriente Médio e sua preferência por desescalada multilateral.